Resoluções arquitetônicas e de interiores
A reciclagem de material foi o ponto de partida para desenvolver o projeto.
Os tijolos que foram removidos para fazer a integração dos salões, foram reutilizados na composição de novos ambientes em formas de painéis e\ou pisos em mosaico.
No pavimento superior, retiraram-se as divisórias criando o mezanino, mantendo a estrutura original valorizando o madeiramento (Peroba) do telhado.
Ao expor madeiras e tijolos originais tira-se partido estético e acústico além de tornar o restaurante mais acolhedor.
Destaque para a porta principal executada em metal reutilizando as grades de ferro retiradas das janelas na adequação do projeto.
Na área externa – a construção do gazebo foi um pedido especial do empresário, Genir Pavan, e do Chef, Giuseppe Milani, para proporcionar um espaço informal, característico do clima, hábitos e costumes da região de Maringá. Decks em madeira, mosaicos de tijolos rústicos formam um grande tapete ladeado por espécies vegetais com diversas tons e texturas de verde.
A lareira restaurada é um destaque do espaço com uma intervenção moderna, ela foi emoldurada por espelhos. No centro o desenho com a representação do Baco.
A iluminação é fundamental para criar diferentes cenas ao espaço, com circuitos e dimers separados, imprimindo diversas atmosferas.
A mescla do antigo e contemporâneo está presente desde a arquitetura até no mobiliário. Todas as cadeiras têm um desenho contemporâneo, assinadas pelo designer Fernado Jaeger.
As cortinas e os jogos americanos do Casulo Feliz trazem textura, cor e aconchego ao local.
Os relicários (caixas em madeira e vidro) temáticos remetem a diversas cozinhas internacionais que o restaurante oferece.
Foi recuperada uma foto da época da construção da casa, onde foi ampliada e ganhou lugar de destaque no salão principal, ladeada por relicários com objetos e louças da época, uma forma de homenagear e reviver a história de uma das famílias pioneiras da cidade de Maringá. |