Um arroz diferente
06.06.2008


Curto e arredondado; coloração negra e textura macia; sabor e aroma acastanhados. Assim é o grão do Arroz Negro. Muito apreciado pelos chefs e gourmets nacionais e internacionais, o cereal de origem mediterrânea vem fazendo sucesso em restaurantes diversos pelo país. O melhor de tudo é que a iguaria se revela bastante benéfica à saúde, mais até que o arroz integral.

A história do grãozinho escuro remonta à China Antiga. Cultivado há mais de quatro mil anos pelos chineses, o exótico tinha fama de afrodisíaco, podendo apenas ser consumido pelo imperador. Por isso, acabou por ser nomeado na época de o “Arroz Proibido”.

Se na gastronomia o arroz negro vem agradando a muitos paladares, na saúde o cereal também não deixa a desejar. Esse tipo de arroz tem 20% a mais de proteína, 30% a mais de fibra e menos gordura que o arroz integral. Além disso, é mais rico em compostos fenólicos, substâncias antioxidantes que atacam os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento precoce e doenças como o câncer. Isso sem contar a variedade de vitaminas que possui na película que o envolve. O arroz negro também traz benefícios à circulação, pois participa da manutenção e integridade dos vasos e do fluxo sanguíneo; auxilia na formação do sangue, juntamente com o ferro; evita transtornos metabólicos, harmonizando as funções de órgãos internos; previne a hipertensão arterial, o diabetes e doenças de pele, além de beneficiar o funcionamento do coração e dos rins. Sob a forma de papa, tem importante papel no inicio da alimentação infantil, convalescentes ou debilitados.

Em saladas e risotos a iguaria é mais apreciada, além de substituir os outros arrozes, como o branco e o integral. Fica muito saboroso também quando combinado com frutos do mar e, para fechar a refeição exótica, nada como acompanhá-la de um bom vinho.

Não deixe de experimentar a Salada de Arroz Negro do Baco Restaurant!

Fonte: Marcia Peltier

| Voltar |